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Wesley Matos recebe Troféu Guará

O Troféu Guará é reconhecido pelo público como o mais importante prêmio do futebol mineiro, e exalta os destaques da temporada em todas as posições.

Foi em uma noite de gala que houve a  premiação do 53º Troféu Guará. O evento, promovido pela Rádio Itatiaia, homenageou os melhores jogadores e demais profissionais do futebol mineiro em 2015. Entre os escolhido o Piraubano , o zagueiro Wesley Matos.

A seleção é formada após votação de jornalistas de 26 veículos de comunicação de Minas Gerais. A única unanimidade foi o zagueiro Jemerson, ex-Atlético-MG, que agora defende o Monaco, da França. Além do prêmio de melhor zagueiro - formou dupla com Wesley Matos, que atuou pelo América-MG em 2015-, Jemerson também venceu o prêmio de craque do ano de 2015.

Criado em 1962 pela Rádio Itatiaia, o Troféu Guará exalta os destaques da temporada em suas posições. O nome Guará é uma homenagem ao ex-jogador Guaracy Januzzi, que defendeu o Atlético-MG nas décadas de 1930 e 1940.

 Confira a seleção completa.

 

Goleiro: João Ricardo (América-MG)
Lateral-direito: Marcos Rocha (Atlético-MG)
Zagueiros: Jemerson (Atlético-MG) e Wesley Matos (América-MG)
Lateral-esquerdo: Douglas Santos (Atlético-MG)
Volante: Rafael Carioca (Atlético-MG)
Meias: Luan (Atlético-MG), Marcelo Toscano (América-MG) e Giovanni Augusto (Atlético-MG)
Atacantes: Willian (Cruzeiro) e Lucas Pratto (Atlético-MG)
Técnico: Givanildo Oliveira (América-MG)

 

 Porque o Prêmio "Troféu Guará"

Guaracy Januzzi (1914-1978) nasceu em Ubá, na Zona da Mata mineira. Famoso já no time local, o Aimorés, de Ubá, foi contratado pelo Atlético Mineiro aos 18 anos. Vestindo a camisa alvinegra, Guará participou de quase 200 jogos e marcou 168 gols, média aproximada de um gol por partida, recorde batido até hoje somente por Dadá Maravilha, Mario de Castro e Reinaldo.

O apelido Perigo Louro surgiu daquele jovem franzino, cujos passes e dribles mágicos iam invariavelmente parar nas redes. Lenda no futebol mineiro, seu primeiro título veio em 1936, quando o profissionalismo já tomava conta dos clubes. Aos 24 anos, Guará se tornou o jogador mais bem pago do cenário esportivo estadual.

Mas a "fama teve inveja de Guará", escreveu Ary Barroso no prefácio do livro "Cabeçada Fatal" (Antônio Tibúrcio Henriques, 1968, Belo Horizonte). No dia 04 de julho de 1939, o Atlético Mineiro e o Palestra Itália (atual Cruzeiro) se enfrentavam pela segunda rodada do Campeonato da Cidade. Aos dez minutos de partida, o centroavante Guará e o zagueiro Caieira, do Palestra, disputaram uma bola alta e se chocaram cabeça com cabeça.

Vítima de traumatismo craniano, Guará passou oito meses fora do gramado. Quando voltou, não era mais o mesmo. Chegou a ser contratado pelo Flamengo, em 1941, mas acabou disputando apenas um jogo. Era o fim de uma carreira brilhante, pois a estrela do centroavante Guará se apagou, e ele teve que se afastar, definitivamente, dos campos de futebol.

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